Olhando para trás na nossa história de humanidade vemos os rastros vermelhos e vergonhosos das guerras. Cada uma acontecendo por um motivo, cada um acontecendo para uma causa. Não vou julgar isso. Apenas ver que ainda a viôlencia é, para muitos, ainda um modo de vida. Falamos de paz o tempo todo. Fazemos algumas manifestações aqui ou ali. Fazemos orações para que a arma cesse de matar. Também me uno a essa corrente que deve crescer afinal, moramos num mesmo planeta e temos que aprender, uma hora ou outra, a repartirmos tudo.
Ficamos chocados com o que acontece no mundo? No Rio de janeiro? Nem imaginamos que a guerra ou viôlencia nasce como uma semente. Bem pequena. Simples. Começa com um julgamento temerário, um desrespeito pelo que a pessoa é ou como vive, pela incapacidade de ouvir o outro e entende-lo... E por aí segue uma lista consideráveis de razões para algo tão irracional. Quando o homem parte para a viôlencia, colocando isso como Única forma de resolver problemas, está regredindo em sua evolução humana e espiritual. É como se começasse a andar para trás... Sendo que pela frente encontrariamos muitas respostas aos nossos complexados problemas.
Não podemos mais sair nas ruas vestindo o medo. Nem podemos mais andar apressados para não sermos assaltados ou coisa pior. Quero ter a paz. Fazer a paz. E para isso, tomo consciência de que a paz começa comigo. Como faço? Atos de generosidade e sendo gentil. Claro que no mundo que está de cabeça para baixo nos valores, ser assim é ser ótário. Ser bonzinho é ser um estúpido. Mas, tudo no ínicio é estranho e estúpido ao olhos alheios. Parece que nunca o jardim irá florir e de repente com paciência as coisas acontecem e a paz desabrocha.
Vamos plantar a paz por onde formos. Evitar brigas. Abrir espaço para diálogo. Aprender a ouvir o próximo e se colocar no lugar dele ao invés de julgá-lo.
Tudo isso para que um dia bandeira vermelha da guerra seja trocada pela branca da paz em cima de nossos telhados...
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