terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Os imitadores

Sinceramente fico admirado do poder que os idolos tem dos seus fãs. A capacidade que tem de imfluenciar a massa lançando suas canções e causando no mundo da moda um impacto profundo. O que seria isso? amor? Vemos agora o fenomêno restart que lança moda nos figurinos de cores estravagantes e em suas canções molódicas. Nada contra isso, mas fico preocupado como modo a grande parte da juventude recebe essas modas ou tendências de maneira aberta e sem qualquer reflexão. Bebem dessa fonte sem ao menos saber se essa água trará algum benifício.
Olhando a história vemos que muitas pessoas no passado foram atingidos por essa onda. Como por exemplo na época do beathes que fez com que muitos rapazes cortassem aquele cabelo tigelinha ou então com a banda Jackson Five que fez moda com aqueles cabelos black power.
Fico imaginando que aos poucos vamos perdendo a noção do que e de quem somos como individuos deixando que outros ditem o que devo vestir ou falar ou cantar. Muita gente que dizia não gostar muito de sertanejo se tornou fã de Luan Santana, cantor que constantemente brilha na midia. Parece que essa identificação é tão poderosa que a pessoa se entrega de imediato.
Nunca gostei desse produto que a massa cria. Essa perda de identidade coletiva. Essa forma de ser cada vez menos para se parecer com aquele que é o mais no momento.
Admirar é algo positivo e amar também, afinal eles apresentam uma forma de pensamento seja através das músicas ou vestimentas ou atitudes. Mas, se tornar cego ao ponto de perder-se de si mesmo e se tornar uma cópia barata do ídolo é abominável. Cada pessoa tem seu próprio brilho e talento e possuia uma capacidade infinita de criação. Basta olhar para si mesmo. Buscar lá dentro. E aí vemos que a única diferença dos que fazem sucesso e nós é ínfima.

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